segunda-feira, 29 de junho de 2009

3ª parte

Desculpem-me amigos/as leitores/as mas não posso deixar passar em claro uma das calinádas comerciais a que estamos sujeitos por parte dos média, enquanto consumidores preocupados com o desenvolvimento intelectual das pessoas à nossa volta.

É justamente quando ligamos a tv ou o rádio que isso acontece!

O que se passa é que as mesmas pessoas e seus gostos que me refiro, acabam por inquietar nossas vidas com suas preferências do tipo "pimba", e como se não chegasse, controlam por simpatia as programações dos média, tudo em nome das audiências.

Assim influenciam trágicamente o seu desenvolvimento intelectual, para mal dos nossos pecados ...

Não se desenvolvem culturalmente, e isso acaba por nos afectar, gostaria-mos que assim não fosse, mas é!

Para o bem estar de (uma pequena mínoria?) só nos resta ligar para o "tal canal" escapando assim à confusão dos estilos tão mediocres que a maioria das pessoas prefere.

É que estamos entulhados até ao pescoço de muito má música, muita má TV, muita má rádio que por favor basta!

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

2ª parte


Vamos lá ver se nos entende-mos!

Já se sabe que a correria da nossa vida nas cidades nada tem a ver com a do campo, o simples pão é um bom exemplo.

Tomar pequeno almoço numa confeitaria tipo "pão-quente" pode ser uma aventura... O pão que tanta falta faz a uma alimentação saudável, transforma-se em chiclete ou borracha farinácia na altura da trincadela, tirando a vontade completa de tomar pequeno almoço.

É a sociedade de consumo imediato a revelar-se mo seu pior... Copiamos a moda do "pão-quente" rápido e eficaz a qualquer hora do dia, sempre quentinho e apetitoso...

Grande negócio quando apareceram os "Pães-Quentes" para alguns, havia um pão-quente a cada esquina. O que é certo é que o pão é autêntica borracha. Que saudades do pão do campo...

Não seria melhor então mudar alguns dos hábitos tão modernos, e ao mesmo tempo tão contraditórios? Tenho a certeza que as pessoas iriam preferir um bom pão ao pequeno almoço, se houvesse onde o comprar.

Os cafés e as confeitarias são quase todos tipo pão-quente...

As pessoas não se importam de pagar mais por um pão mais regional e comestível...!
virtual versus real




terça-feira, 9 de outubro de 2007

1ª parte


Quem não se lembra do mirc?

Esse chat tão conhecido, inicio de qualquer aventureiro cybernauta, experimentar conversar com alguém desconhecido, do outro lado do mundo, a uma velocidade de 56k, desabafando o que de mais intimo tem, sem tábus e confiando às vezes até demais no interlocutor... Mas não é disso que vou falar hoje.

Já há muito são conhecidas as minhas opiniões sobre as programações da nossa TV (canal aberto), simplesmente desaquadas e horrendas. "Havia tanto para dizer, mas como sabem não temos tempo"... Esta frase tão televisiva elucida tudo.

Agora chegamos ao ponto de duas das estações comerciais estarem a competir emitindo programações pseudo-estúpidas aos fim de noite, com programas de sorte através de telefonemas com valor acrescentado, um verdadeiro atentado ao intelecto de qualquer consumidor. Como se não chegasse para apresentadores desses programas já de si monótonos, foram então buscar pessoas do tipo repetitivos e ainda mais depressivos do que o próprio tema do programa. Mas não é só, também se podem ver séries dobradas em português a fazer lembrar as verdadeiras telenovelas mexicanas...

Meus senhores francamente.

virtual versus real

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Prefácio


É quase certo que irão estranhar este estilo de escrita livre e desimpedida mais do género "cabelos ao vento", em vez de outra literatura tipo convencional ou até clássica, etc e tal...
Sendo um tête à tête comigo próprio num ambiente chill out e com os pés flutuando mais própriamente, escrevo frases soltas deixando-as interagir com os pensamentos chegados, estabelecendo principios anárquicos na mensagem, tornando-a confusa até para o mais catedrático dos professores doutores.
Sendo assim crio um palco imaginário, neste mundo de sensações virtualmente reais, quando não são realmente virtuais, ou outras emoções abstractas capazes de nos arrazar por completo ou até sentirmos desinteresse nas palavras lidas.
Nada que não consigamos ultrapassar. Certo é que poderia captar a atenção dos leitores falando em assuntos mais reais, mas não encontro razões para tal discurso, esse sim obscuro e maçador, a ponto de me bloquear a adrenalina intelectual que todos já experimentaram, tou certo.
Resta-me reflectir um pouco neste tipo de comunicação experimental, ouvindo boa música rodeado do que se pode arranjar de momento (a bem dizer).
No entanto irei ser o mais real possivel consoante as histórias e/ou personagens...
V.V.R.